Arquivo para a categoria 'Reflita'

27
ago
10

“Porque devo fazer isso?”

 

Bom dia, depois de bastante tempo sem novidades, hoje resolvi dar uma passadinha por aqui e deixar alguns comentários a respeito de um tema interessante…

“MOTIVAÇÃO”

Primeiramente, vamos entender o que vem a ser esta palavrinha tão falada por aí e muitas vezes, empregada de maneira errada por algumas pessoas que insistem em dizer que fulano ou ciclano é desmotivado…

Na verdade, ninguém É ou Não motivado…
A pessoa pode ESTAR ou DEIXAR de ESTAR motivado.

Motivação não é uma característica do ser humano e sim um estado natural que pode ocorrer ou não devido a determinadas situações.

MOTIVAÇÃO nada mais é do que descobrir dentro de si mesmo o que o
MOTIVA a AGIR (motivo+ação).

Quando por exemplo, uma mãe diz para seu filho: “arrume seu quarto” e este lhe retorna com a pergunta: “Porque devo fazer isso?” e na maioria das vezes, a mãe responde: “Porque eu mandei!”, esta justificativa não dá respaldo suficiente para o cérebro processar que este motivo é suficiente para TER VONTADE de agir. No entanto, a criança obedece porque sabe as consequência se um descumprimento de ordem de sua mãe.

No âmbito profissional, muitas vezes acontece a mesma coisa. O Profissional acaba agindo apenas por obediência à regras, por não querer sofrer as consequências de um descumprimento de ordens, ao invés de fazer suas tarefas porque se sente “motivado”, porque está, de verdade, com vontade de fazer aquela tarefa.

Em contra-partida, se ao perguntar à mãe: “Porque devo fazer isso?” a mesma, tivesse explicado:
 ”Seu quarto, quando está bem arrumado, fica mais bonito e agradável para que você receba seus amigos, as coisas ficam mais fáceis de serem encontradas, e você também estará colaborando comigo para manter a ordem de nossa casa”.  Ou ainda, para um adolescente, se ela respondesse: “porque ao arrumar seu quarto, colocando no lugar aquilo que você tirou da ordem, estou te ensinando a ter disciplina e comprometimento com suas responsabilidades… E ao me mostrar que você as têm, eu posso te dar mais autonomia para fazer outras coisas do seu interesse”

Automaticamente, a motivação que estava escondida dentro do indivíduo poderia ser despertada, ou para fazer o que lhe foi mandado porque aquilo lhe traria algum benefício pessoal, ou porque aquilo, de algum modo ajudaria a alguém e deixaria esta pessoa satisfeita, trazendo ao indivíduo a sensação de ser útil e não apenas de estar cumprindo uma ordem. Ou ao menos, na pior das hipóteses, ainda que o cumprimento do que lhe foi ordenado não fosse tão atrativo para lhe dar vontade suficiente de fazê-lo, o faria entender que existe verdadeiramente uma necessidade de se realizar aquela tarefa.

No mundo coorporativo não é diferente. Quando alguém pergunta “Porque devo fazer isso?”, muitas vezes a pergunta nem chega a ser explícita, ela fica pairando nas entre-linhas, mas, no fundo ela só está querendo dizer: “Deixe-me entender melhor o propósito desta atividade”… “Quero entender que benefícios haverão se fizer este trabalho?”… “Quais as vantagens de realizá-lo?”… “O que mudará ao meu redor se eu o fizer?”… “Quero ser motivado!”… “Me dê motivos!”

Mas será que seu gestor está preparado para responder a estas perguntas? E você?  Está preparado para receber as respostas? Quantas vezes perguntou a razão antes de sair fazendo um trabalho que não entendeu, ou que não via o menor sentido em realizá-lo?? Ou o motivo para fazê-lo não era suficientemente bom para que você sentisse vontade de dar início e ficasse protelando até que não houvesse mais outra alternativa?

Devemos levar em consideração também que muitas vezes, a razão ou necessidade que para outros é importante, para nós é relevante, porque cada pessoa tem uma experiência de vida e uma maneira de sentir e viver.

Cada um precisa de um estímulo diferente para sentir-se motivado. Pessoas diferentes precisam de motivos diferentes, de acordo com a realidade a que estão inseridos.

Enquanto que para muitas mulheres, por exemplo, a motivação de casar, ter seu próprio lar, família e filhos, faz com que elas busquem determinadas situações, para outras, isso só as repele. Porque sonham justamente com o contrário. Com uma vida sem compromissos, com liberdade, relacionamentos abertos e sem preocupação e responsabilidades para dedicarem-se a outras coisas de seu interesse.

No dia-dia profissional acontece a mesma coisa, se para seu chefe, a elaboração daquele relatório é de extrema importância e é o motivo principal da noite mal dormida dele, isso não significa que para você aquele relatório tenha alguma relevância real. Isto faz com que muitas pessoas se sintam desanimadas em meio a problemas e pressões no ambiente de trabalho.

O que recomendo é que você procure fazer sempre aquilo que gosta. Escolha uma profissão que te traga o maior número de motivos possíveis para que você tenha vontade de levantar da cama para ir ao encontro dele.
Procure fazer algo que além de te dar dinheiro, te dê também prazer na realização.
 

Tudo aquilo que fazemos por prazer, por vontade própria, é feito com mais amor e dedicação. Procure se superar sempre!
Se ainda não sabe o que te motiva, procure dentro de você mesmo o maior desejo escondido em sua mente. Transforme-o numa meta e encontre o melhor caminho para chegar até ele. Tenho certeza de que, de algum modo a sua motivação aparecerá.

As vezes, as melhores respostas estão dentro de nós mesmos… Mas estamos desmotivados demais para procurá-las.
Pois eu te dou agora a motivação para sair buscando e encontrá-la:
Ser feliz, só depende de você mesmo! E isto também serve para sua carreira, não apenas para sua vida pessoal!
Seja feliz com o seu trabalho, é ele quem te dará respaldo para alcançar os seus objetivos pessoais!

Lembre-se: Você passa maior parte do seu dia no trabalho, e tem duas opções… Passar grande maioria das suas 24h diárias tentando encontrar motivos para agir, as vezes encontrar, e as vezes não, ou… Acreditar que o melhor motivo para agir é amar aquilo que faz!

Torço para que você escolha a segunda opção!
Seja feliz!

Bjos regados de achocolatado e Biscoito! rs

Renata Pilastri

16
ago
09

Limite na Educação de Filhos e Netos sob uma visão Coorporativa.

O texto de Monica Monasterio (Madrid-Espanha), postado por nossa amiga “Caramelo” é a visão comportamental de uma estrutura hierárquica e social familiar.
Como é que funciona esta mesma estrutura de evolução no comportamento entre empregados e empregadores?
O que mudou na hierárquia? Ou a hierarquia permaneceu e quem mudou foram os funcionários?
O que fazer quando a autoridade que os chefes e empregadores costumavam ter, foge das mãos, assim como a dos pais para com os filhos? Porque recentemente as pessoas não se sujeitam tanto quanto antes e porque os subordinados hoje são mais ouvidos do que antigamente por seus chefes?

Estas e outras perguntas estão todos os dias, pairando sobre nosso cotidiano. Fazendo-nos pensar em como o mercado de trabalho tem mudado constantemente e como o empregado, deve estar cada vez mais atualizado e dinâmico, enquadrando-se em maior número de perfis para se adequar àquilo que for mais conveniente.

Hoje em dia, se um “patrão”, – como eram chamados os empregadores – continuar agindo como “PATRÃO” e não como um líder eficaz de uma empresa ou um negócio, a tendência é que aconteça com ele, o mesmo que vêm acontecendo dentro de casa com alguns pais que não conseguem dominar a ação de seus filhos. O autoritarismo deve dar lugar à autoridade, pois esta, está intimamente ligada ao respeito, enquanto que o autoritarismo está ligado à força.

Muitos pais perdem o controle de seus filhos porque querem limitar-lhes regras por meio de imposição e poder, enquanto que, por meio de respeito e desejo de que crescimento, outros, aplicam o diálogo e recebem um resultado muito mais interessante.

Do mesmo modo acontece no modelo empresarial. Alguns chefes continuam com o pensamento limitado de que, precisam ser considerados “donos do poder” para que seus subordinados continuem a respeitá-lo e a seguir suas instruções. O que, obviamente acontece na prática, é que, seus subordinados lhe “obedecem” porém, sem concordar com suas atitudes e sem questionar, por medo da reação que este poderá ter.

Isto, porém não é sadio nem para o empregador, nem para os funcionários e muito menos para a empresa.
Para o empregador, não é bom porque este, além de ter uma imagem inascessível perante os seus subordinados, passa a ser visto como uma pessoa intransigente, de mente fechada, que não aceita opiniões e críticas, afastando dele as pessoas e por consequência, as idéias e melhorias que sua equipe profissional poderia ter.

Para os empregados é ainda pior, porque estes, com idéias que não podem ser expostas ou aplicadas, ficam desmotivados e passam a executar seus trabalhos sem desejar o crescimento ou melhoria do mesmo, o que resultará em insatisfação pessoal e consequentemente, levará estes funcionários a buscarem novas colocações no mercado.

Com tudo isso, todos saem perdendo. A empresa não cresce, se mantém estagnada, e seus funcionários acabam por enterrar seus talentos e idéias ou a aplicá-los em outro lugar que melhor lhes convenha. A empresa perde em qualidade, perde em mão de obra, e ganha rotatividade de pessoas. Uma empresa que não mantém por muito tempo seus profissionais é considerada uma empresa desestrturada e sem raizes.

Que cliente acreditará em uma empresa que não consegue nem ao menos mantér fixo seu quadro de funcionários?
Quem dá credibilidade a um prestador de serviços que vende a idéia de que sua mão de obra é extremamente qualificada se os seus profissionais  – que são o seu maior produto – não acreditam suficiente na empresa a ponto de permanecerem nela por um tempo razoável?

Assim como, dentro de casa, alguns jovens e adolescentes, buscam fora de casa a resposta para seus problemas por falta de diálogo com os pais, os profissionais de uma empresa em que o chefe mantém o antigo padrão de que, apenas ele é quem dá as ordens, e que estas devem ser inquestionalmente seguidas, tendem a buscar fora da empresa as suas satisfações profissionais.

Assim como, dentro de casa, muitos apenas obedecem por imposição e assim que ganham espaço, ou independência, passam a agir de maneira que os pais não aprovam, no ramo profissional acontece o mesmo.
É necessário entender que o ser humano hoje, tem uma tendência aprimorar, mudar e expressar seus sentimentos, seja ele profissional, pessoal, emocional, familiar, e que este, sente necessidade de transformações, crescimento, reconhecimento, pois as pessoas evoluem, e seus comportamentos tendem a se adaptar a esta evolução.

O empregador que não evoluir junto com os funcionários tende ao fracasso e a omissão de sentimentos dos funcionários. Estará fadada ao descaso dos mesmos pelo crescimento da empresa e a busca de novas oportunidades. Além de uma possibilidade muito pequena de sucesso por parte da instituição em que atuam.

Se até mesmo as crianças do nosso século já são diferentes das do século passado e já nascem mais espertas e atentas do que as do tempo de nossos pais, porque é que os profissionais seriam como os de antigamente? Porque é que as empresas, lideradas por pessoas que vivem neste século administrariam seu negócio com modelos, padrões e tradições antigas?

As vezes para haver mudanças é necessário quebrar paradigmas, quebrar limites, arriscar-se. Você, enquanto empregado, experimente, ouse, implemente idéias ao seu dia-dia, converse com seu chefe, exponha a ele motivos de começar trabalhos antigos, de uma maneira nova.

E você, enquanto empregador, abra sua mente, inove, faça de seu negócio uma fábrica de idéias. 
Imagine seus funcionários como cabeças que pensam para o bem comum do negócio, e não aja como se eles fossem apenas mãos que executam o que sai da sua própria cabeça
.

Assim como em nossa casa, na nossa família, cada membro é uma peça para fazer o relógio funcionar, no âmbito profissional devemos entender que, se uma destas peças não funcionar bem, e a engrenagem parar, o relógio estará sempre atrasado, isto, se não parar de vez!!!

Boa sorte a todos!!!
E ótima semana.

Renata Pilastri

!! post mordido por ‘BISCOITO’ !!

14
jun
09

Limites na educação dos filhos e netos

“Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores.”

E com o esforço de abolir os abusos do passado somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas”, ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.

Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.

Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos.

Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.

À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam a suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.

Mas, na medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que poucos os respeitem.

E são filhos que, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.

Quer dizer: os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e “tudo dar” a seus filhos.

Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como lideres capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.

Se o autoritarismo suplanta, o permissivel sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.

É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Os limites abrigam o indivíduo.

“Com amor ilimitado e profundo respeito.”

By Caramello

12
jun
09

moral da historia – 2ª parte

Oi galerinha!!

hei, tenho notado que o pessoal visita o blogg mas anda meio preguiçoso na hora de comentar!!
Poxa, queremos saber a opinião de vocês, afinal, o
Twix só tem sentido se vocês estiverem saboreando nossos posts e gostando deles…

E como prometido na semana passada, aí vai a segunda regrinha da série “MORAL DA HISTÓRIA”

Lição nº 2 – Chefia e Liderança 
Aprenda a ouvir o que o chefe tem a dizer para depois escolher a atitude que irá tomar.

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz:  – “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês”.
- “Eu primeiro, eu primeiro.” –  grita um dos funcionários.
- “Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!” –  Puf! -  E ele se foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- ” Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!” – Puf e ele se foi também.
- “Agora você” – diz o gênio para o gerente.
- “Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço.” – diz o gerente.
 
Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

Creditos: Baseado no e-mail “Lições Administrativas” enviado por Fabio Gallego para a Buh, (nossa Twix Biscoito).

}=oO … hiiiiii
já dizia o velho ditado “quem tem pressa… come cru” …
e eu diria… “os apressados tomam…………. na cabeça!!” rsrs

abraços BREAD! Até o próximo!




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