Arquivo para a categoria 'Administração'

27
ago
10

“Porque devo fazer isso?”

 

Bom dia, depois de bastante tempo sem novidades, hoje resolvi dar uma passadinha por aqui e deixar alguns comentários a respeito de um tema interessante…

“MOTIVAÇÃO”

Primeiramente, vamos entender o que vem a ser esta palavrinha tão falada por aí e muitas vezes, empregada de maneira errada por algumas pessoas que insistem em dizer que fulano ou ciclano é desmotivado…

Na verdade, ninguém É ou Não motivado…
A pessoa pode ESTAR ou DEIXAR de ESTAR motivado.

Motivação não é uma característica do ser humano e sim um estado natural que pode ocorrer ou não devido a determinadas situações.

MOTIVAÇÃO nada mais é do que descobrir dentro de si mesmo o que o
MOTIVA a AGIR (motivo+ação).

Quando por exemplo, uma mãe diz para seu filho: “arrume seu quarto” e este lhe retorna com a pergunta: “Porque devo fazer isso?” e na maioria das vezes, a mãe responde: “Porque eu mandei!”, esta justificativa não dá respaldo suficiente para o cérebro processar que este motivo é suficiente para TER VONTADE de agir. No entanto, a criança obedece porque sabe as consequência se um descumprimento de ordem de sua mãe.

No âmbito profissional, muitas vezes acontece a mesma coisa. O Profissional acaba agindo apenas por obediência à regras, por não querer sofrer as consequências de um descumprimento de ordens, ao invés de fazer suas tarefas porque se sente “motivado”, porque está, de verdade, com vontade de fazer aquela tarefa.

Em contra-partida, se ao perguntar à mãe: “Porque devo fazer isso?” a mesma, tivesse explicado:
 ”Seu quarto, quando está bem arrumado, fica mais bonito e agradável para que você receba seus amigos, as coisas ficam mais fáceis de serem encontradas, e você também estará colaborando comigo para manter a ordem de nossa casa”.  Ou ainda, para um adolescente, se ela respondesse: “porque ao arrumar seu quarto, colocando no lugar aquilo que você tirou da ordem, estou te ensinando a ter disciplina e comprometimento com suas responsabilidades… E ao me mostrar que você as têm, eu posso te dar mais autonomia para fazer outras coisas do seu interesse”

Automaticamente, a motivação que estava escondida dentro do indivíduo poderia ser despertada, ou para fazer o que lhe foi mandado porque aquilo lhe traria algum benefício pessoal, ou porque aquilo, de algum modo ajudaria a alguém e deixaria esta pessoa satisfeita, trazendo ao indivíduo a sensação de ser útil e não apenas de estar cumprindo uma ordem. Ou ao menos, na pior das hipóteses, ainda que o cumprimento do que lhe foi ordenado não fosse tão atrativo para lhe dar vontade suficiente de fazê-lo, o faria entender que existe verdadeiramente uma necessidade de se realizar aquela tarefa.

No mundo coorporativo não é diferente. Quando alguém pergunta “Porque devo fazer isso?”, muitas vezes a pergunta nem chega a ser explícita, ela fica pairando nas entre-linhas, mas, no fundo ela só está querendo dizer: “Deixe-me entender melhor o propósito desta atividade”… “Quero entender que benefícios haverão se fizer este trabalho?”… “Quais as vantagens de realizá-lo?”… “O que mudará ao meu redor se eu o fizer?”… “Quero ser motivado!”… “Me dê motivos!”

Mas será que seu gestor está preparado para responder a estas perguntas? E você?  Está preparado para receber as respostas? Quantas vezes perguntou a razão antes de sair fazendo um trabalho que não entendeu, ou que não via o menor sentido em realizá-lo?? Ou o motivo para fazê-lo não era suficientemente bom para que você sentisse vontade de dar início e ficasse protelando até que não houvesse mais outra alternativa?

Devemos levar em consideração também que muitas vezes, a razão ou necessidade que para outros é importante, para nós é relevante, porque cada pessoa tem uma experiência de vida e uma maneira de sentir e viver.

Cada um precisa de um estímulo diferente para sentir-se motivado. Pessoas diferentes precisam de motivos diferentes, de acordo com a realidade a que estão inseridos.

Enquanto que para muitas mulheres, por exemplo, a motivação de casar, ter seu próprio lar, família e filhos, faz com que elas busquem determinadas situações, para outras, isso só as repele. Porque sonham justamente com o contrário. Com uma vida sem compromissos, com liberdade, relacionamentos abertos e sem preocupação e responsabilidades para dedicarem-se a outras coisas de seu interesse.

No dia-dia profissional acontece a mesma coisa, se para seu chefe, a elaboração daquele relatório é de extrema importância e é o motivo principal da noite mal dormida dele, isso não significa que para você aquele relatório tenha alguma relevância real. Isto faz com que muitas pessoas se sintam desanimadas em meio a problemas e pressões no ambiente de trabalho.

O que recomendo é que você procure fazer sempre aquilo que gosta. Escolha uma profissão que te traga o maior número de motivos possíveis para que você tenha vontade de levantar da cama para ir ao encontro dele.
Procure fazer algo que além de te dar dinheiro, te dê também prazer na realização.
 

Tudo aquilo que fazemos por prazer, por vontade própria, é feito com mais amor e dedicação. Procure se superar sempre!
Se ainda não sabe o que te motiva, procure dentro de você mesmo o maior desejo escondido em sua mente. Transforme-o numa meta e encontre o melhor caminho para chegar até ele. Tenho certeza de que, de algum modo a sua motivação aparecerá.

As vezes, as melhores respostas estão dentro de nós mesmos… Mas estamos desmotivados demais para procurá-las.
Pois eu te dou agora a motivação para sair buscando e encontrá-la:
Ser feliz, só depende de você mesmo! E isto também serve para sua carreira, não apenas para sua vida pessoal!
Seja feliz com o seu trabalho, é ele quem te dará respaldo para alcançar os seus objetivos pessoais!

Lembre-se: Você passa maior parte do seu dia no trabalho, e tem duas opções… Passar grande maioria das suas 24h diárias tentando encontrar motivos para agir, as vezes encontrar, e as vezes não, ou… Acreditar que o melhor motivo para agir é amar aquilo que faz!

Torço para que você escolha a segunda opção!
Seja feliz!

Bjos regados de achocolatado e Biscoito! rs

Renata Pilastri

16
ago
09

Limite na Educação de Filhos e Netos sob uma visão Coorporativa.

O texto de Monica Monasterio (Madrid-Espanha), postado por nossa amiga “Caramelo” é a visão comportamental de uma estrutura hierárquica e social familiar.
Como é que funciona esta mesma estrutura de evolução no comportamento entre empregados e empregadores?
O que mudou na hierárquia? Ou a hierarquia permaneceu e quem mudou foram os funcionários?
O que fazer quando a autoridade que os chefes e empregadores costumavam ter, foge das mãos, assim como a dos pais para com os filhos? Porque recentemente as pessoas não se sujeitam tanto quanto antes e porque os subordinados hoje são mais ouvidos do que antigamente por seus chefes?

Estas e outras perguntas estão todos os dias, pairando sobre nosso cotidiano. Fazendo-nos pensar em como o mercado de trabalho tem mudado constantemente e como o empregado, deve estar cada vez mais atualizado e dinâmico, enquadrando-se em maior número de perfis para se adequar àquilo que for mais conveniente.

Hoje em dia, se um “patrão”, – como eram chamados os empregadores – continuar agindo como “PATRÃO” e não como um líder eficaz de uma empresa ou um negócio, a tendência é que aconteça com ele, o mesmo que vêm acontecendo dentro de casa com alguns pais que não conseguem dominar a ação de seus filhos. O autoritarismo deve dar lugar à autoridade, pois esta, está intimamente ligada ao respeito, enquanto que o autoritarismo está ligado à força.

Muitos pais perdem o controle de seus filhos porque querem limitar-lhes regras por meio de imposição e poder, enquanto que, por meio de respeito e desejo de que crescimento, outros, aplicam o diálogo e recebem um resultado muito mais interessante.

Do mesmo modo acontece no modelo empresarial. Alguns chefes continuam com o pensamento limitado de que, precisam ser considerados “donos do poder” para que seus subordinados continuem a respeitá-lo e a seguir suas instruções. O que, obviamente acontece na prática, é que, seus subordinados lhe “obedecem” porém, sem concordar com suas atitudes e sem questionar, por medo da reação que este poderá ter.

Isto, porém não é sadio nem para o empregador, nem para os funcionários e muito menos para a empresa.
Para o empregador, não é bom porque este, além de ter uma imagem inascessível perante os seus subordinados, passa a ser visto como uma pessoa intransigente, de mente fechada, que não aceita opiniões e críticas, afastando dele as pessoas e por consequência, as idéias e melhorias que sua equipe profissional poderia ter.

Para os empregados é ainda pior, porque estes, com idéias que não podem ser expostas ou aplicadas, ficam desmotivados e passam a executar seus trabalhos sem desejar o crescimento ou melhoria do mesmo, o que resultará em insatisfação pessoal e consequentemente, levará estes funcionários a buscarem novas colocações no mercado.

Com tudo isso, todos saem perdendo. A empresa não cresce, se mantém estagnada, e seus funcionários acabam por enterrar seus talentos e idéias ou a aplicá-los em outro lugar que melhor lhes convenha. A empresa perde em qualidade, perde em mão de obra, e ganha rotatividade de pessoas. Uma empresa que não mantém por muito tempo seus profissionais é considerada uma empresa desestrturada e sem raizes.

Que cliente acreditará em uma empresa que não consegue nem ao menos mantér fixo seu quadro de funcionários?
Quem dá credibilidade a um prestador de serviços que vende a idéia de que sua mão de obra é extremamente qualificada se os seus profissionais  – que são o seu maior produto – não acreditam suficiente na empresa a ponto de permanecerem nela por um tempo razoável?

Assim como, dentro de casa, alguns jovens e adolescentes, buscam fora de casa a resposta para seus problemas por falta de diálogo com os pais, os profissionais de uma empresa em que o chefe mantém o antigo padrão de que, apenas ele é quem dá as ordens, e que estas devem ser inquestionalmente seguidas, tendem a buscar fora da empresa as suas satisfações profissionais.

Assim como, dentro de casa, muitos apenas obedecem por imposição e assim que ganham espaço, ou independência, passam a agir de maneira que os pais não aprovam, no ramo profissional acontece o mesmo.
É necessário entender que o ser humano hoje, tem uma tendência aprimorar, mudar e expressar seus sentimentos, seja ele profissional, pessoal, emocional, familiar, e que este, sente necessidade de transformações, crescimento, reconhecimento, pois as pessoas evoluem, e seus comportamentos tendem a se adaptar a esta evolução.

O empregador que não evoluir junto com os funcionários tende ao fracasso e a omissão de sentimentos dos funcionários. Estará fadada ao descaso dos mesmos pelo crescimento da empresa e a busca de novas oportunidades. Além de uma possibilidade muito pequena de sucesso por parte da instituição em que atuam.

Se até mesmo as crianças do nosso século já são diferentes das do século passado e já nascem mais espertas e atentas do que as do tempo de nossos pais, porque é que os profissionais seriam como os de antigamente? Porque é que as empresas, lideradas por pessoas que vivem neste século administrariam seu negócio com modelos, padrões e tradições antigas?

As vezes para haver mudanças é necessário quebrar paradigmas, quebrar limites, arriscar-se. Você, enquanto empregado, experimente, ouse, implemente idéias ao seu dia-dia, converse com seu chefe, exponha a ele motivos de começar trabalhos antigos, de uma maneira nova.

E você, enquanto empregador, abra sua mente, inove, faça de seu negócio uma fábrica de idéias. 
Imagine seus funcionários como cabeças que pensam para o bem comum do negócio, e não aja como se eles fossem apenas mãos que executam o que sai da sua própria cabeça
.

Assim como em nossa casa, na nossa família, cada membro é uma peça para fazer o relógio funcionar, no âmbito profissional devemos entender que, se uma destas peças não funcionar bem, e a engrenagem parar, o relógio estará sempre atrasado, isto, se não parar de vez!!!

Boa sorte a todos!!!
E ótima semana.

Renata Pilastri

!! post mordido por ‘BISCOITO’ !!

07
jun
09

Moral da História – 1º parte

Olá amigos!!!

Eu sei que este blog nasceu para falar de coisas sérias, afinal, segundo a orientação que tenho é de que ele deve ser um ‘blog coorporativo’… Mas como as meninas : BISCOITO, CARAMELO E CHOCOLATE,  já se encarregam desta árdua tarefa de escrever seriamente, eu, BREAD, que sou o InGrEdiENte ExTRa da turma, resolvi trazer um sabor diferente e irreverente ao mundo de quem é “Twixtero” e curte ler nossos textos semanalmente.

Brincando com a “MORAL DA HISTÓRIA”, trarei alguns petiscos para que saboreiem e reflitam…
Serão historinhas curtas e engraçadas. Começando uma série hoje, trago a vocês a primeira lição:

Lição nº 1 – Gestão do Conhecimento 
Comunique-se, antecipe-se, compartilhe informações que considerar importante…

 Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem ia atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: “Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha.” Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro “Quem era?” – “Era o Bob, o vizinho da casa ao lado.” – diz ela. “Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?”
 
Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!

Creditos: Baseado no e-mail “Lições Administrativas” enviado por Fabio Gallego para a Buh, (nossa Twix Biscoito).

hehehehe…
Espero que tenham gostado, afinal, todo InGrEdiENte ExTRa  serve para fazer a diferença, não é mesmo?
Então comece sua semana assim, faça você também  a diferença!!! 
Saia da mesmice…

Semana que vem tem mais, visite sempre nosso Twix e deixe de lado essa tal de moderação… rsrs… APROVEITAAAAA!!!

abraços BREAD!

 

25
mai
09

Administrar Sem Coração

CAROS LEITORES, O TEXTO ABAIXO FALA SOBRE A REALIDADE DE MUITAS EMPRESAS. mindset-of-entrepreneurs
COMO FOI INTERESSANTE PARA MIM, RESOLVI DIVIDIR COM VOCÊS.


O texto é de autoria de Mello Jr / Consultor da GM Projetos & Assessoria e foi extraído do site:

http://www.ogerente.com.br/rh/textos/rh-textos-gm-administrar_sem_coracao.htm
Pode ser antipático, considerado uma discriminação e até mesmo injusto, mas tenho aconselhado os empresários a evitarem a contratação de parentes em suas empresas, pois realizando uma pesquisa constatei que 89% destas contratações viraram um verdadeiro pesadelo. Não quero dizer que parentes não tenham talento, sejam qualificados, comprometimento e com liderança, tanto que 11% não trazem o menor problema. Quase toda empresa tem algum parente trabalhando, por isso, faça uma análise na sua própria empresa e compare com os dados acima, não vai ficar muito diferente, principalmente naquelas de cunho familiar!

Pude acompanhar o caso de um filho que assumiu toda empresa do pai com o ônus e bônus; junto veio um tio com trinta anos de casa e que foi muito importante em fases difíceis, pois era um bom técnico, mas tinha muita dificuldade de relacionamento causa_efeito_dominogrupal. Depois de muita conversa, tentativa de adequação a nova realidade, reuniões e ameaças, o empresário tomou uma decisão, ia demitir o tio. Antes, porém, resolveu reunir a f amília informando sua decisão, foi uma baita encrenca e quase que a família demitiu o nosso empresário. Sei que não é fácil, mas falando-se de empresa, o profissionalismo deve imperar em todos os sentidos, seja ela familiar ou não, no entanto, costumo dizer que no caso de família a responsabilidade psicológica passa a ser maior.
Conheço uma empresa que hoje é referência em gestão de pessoas, mas, num determinado momento seu líder máximo precisou tomar uma decisão difícil, a de demitir seus filhos, para isso, contratou um administrador de empresas, reuniu a família e deu carta branca para o novo gestor. Eram cinco irmãos, quatro permanecem na empresa em funções estratégicas, pois, aceitaram as novas regras e entenderam a mensagem do pai; o único filho que não quis mudar hoje tem sua própria empresa e é fornecedor da empresa do pai e irmãos. Pensam que foi fácil? Para ser fornecedor, sua nova empresa teve de se adaptar as normas da empresa familiar, senão nada feito.
Outro exemplo é uma grande empresa de telecomunicações do sul do estado de Santa Catarina que passando por situações idênticas ao acima descrito resolveu da seguinte forma: mandou as filhas para casa e paga até hoje uma mesada gorda, elas estão satisfeitas, a empresa e seus funcionários também. Hoje é referência mundial em seu segmento.

Tenho alguns conceitos sobre estes casos:
• Conflitos não se administram, se resolvem;
empresarios
• Administração com o coração, jamais;
• Não confundir necessidades pessoais com necessida des da empresa;
• Seja justo, nunca bonzinho;
• Pergunte sempre: o que é melhor para minha empresa?;
• Antes de admitir, pergunte: posso demitir?

Já tivemos vários clientes com perfil de administração familiar que misturavam tudo: despesas pessoais com as da empresa; investimento na pessoa física em detrimento da jurídica, contratação de parentes, etc. Muitos seguiram as nossas orientações e hoje agradecem o puxão de orelha, alguns resolveram manter do jeito que estavam e a coisa infelizmente não se resolveu e continuam com problemas. Uma empresa é algo sério, administrar não é fácil e conquistar respeito muito menos. Se o parente não produz, demita-o, você ganhará respeito, melhorará os resultados e durmirá em paz.”

DEGUSTEM E REFLITAM, ESPERO QUE POSSA A JUDAR DE ALGUMA FORMA A INSTITUIÇÃO  EM QUE ATUAM ..
até o próximo post…beijos da Cholate!


21
mai
09

A FORMIGA NO MUNDO CORPORATIVO

hehehe… E não é que as tais teclas ”ctrl+c” e “ctrl+v” fazem milagres??

Estava eu, vagando pelas páginas da internet, buscando assuntos de interesse coorporativo para escrever algo a respeito, e me deparei com um texto muito interessante! Eu não sei o autor dele, assim não posso dar-lhe os créditos, mas posso dá-lo ao site de onde tirei a informação…

[http://sabedoriapopular.redeblogs.com.br/2007/06/02/a-formiga-no-mundo-coorporativo/]

Eu até gostaria de escrever algo original, mas depois de ler este texto, creio que não haverá texto algum que eu escreva que possa definir a exatidão do que esta reflexão quer passar…

MOTIVO + AÇÃO = MOTIVAÇÃO

Dizem que a ação tem que partir de dentro de nós, que ninguém nos motiva, e sim, que nós mesmos é que nos auto-motivamos, mas depois de ler este texto, eu mudei radicalmente de idéia, rs.

É impossível se auto-motivar quando os responsáveis que estão “no controle” da situação, se descontrolam e acabam por colocar tudo o que está a sua volta em uma corda bamba.

Reflitam:

FORMIGAAAAAA

 

A FORMIGA NO MUNDO CORPORATIVO

Todos os dias, a Formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro no trabalho. Ela era produtiva e feliz.

O gerente Marimbondo estranhou a Formiga trabalhar sem supervisão. Ora, se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada!

Colocou então uma Barata, que preparava belí­ssimos relatórios e tinha muita experiência como supervisora. A primeira preocupação da Barata foi a de padronizar o horário de entrada e saí­da da Formiga.

Logo, a Barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma Aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas. O Marimbondo ficou encantado com os relatórios da Barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A Barata, então, contratou uma Mosca, e comprou um computador com impressora colorida.

Logo, a Formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões! O Marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a Formiga, produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma Cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.

A nova gestora Cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a Formiga, que já não cantarolava mais e a cada dia se tornava mais chateada.

A Cigarra, então, convenceu o gerente Marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o Marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a Coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.

A Coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluí­a : “Há muita gente nesta empresa”.

E, adivinha quem o Marimbondo mandou demitir? A Formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida!!!

rsrsrs… Seria hilário se não fosse trágico, não é mesmo? rsrs…

Boa noite a todos e uma boa reflexão com um sabor especial do seu…

InGrEdiEnTE ExTrA!!!

17
mai
09

TEMPO É VIDA

“Tempo é Vida”  -  Já dizia Merril Douglas:

“Usar seu tempo é usar sua vida. Gastar seu tempo é gastar a vida duplamente. O tempo passa somente uma vez, porém, muitos vivem suas vidas como se fosse um exercício para a próxima.”

Você já teve a impressão de ter passado o dia planejando mil coisas, e ao final dele, não ter concluído nem metade?
Já teve a sensação de que o tempo que você tem é curto demais para realizar tudo aquilo que precisa??
Pensou alguma vez em planejar cada segundo do seu dia para ter tempo de realizar no prazo adequado todas as prioridades necessárias para sua auto-realização?

PARABÉNS, se sua resposta foi sim, você está  incluso em uma minoria que conhece e excuta a arte da administração do seu próprio tempo.

"Tô atrasado, Tô atrasado!"

"Tô atrasado, Tô atrasado!"

 

O que é administrar o tempo?
Administrar é Planejar, é dar prioridade ao que é importante e não ao que é urgente…
Afinal, o que é urgente, um dia foi importante e alguém não cuidou adequadamente de resolver, por isto se tornou urgente.

Aprenda a cuidar portanto, do que é importante, assim, futuramente haverão bem menos coisas urgentes para serem resolvidas.

Para planejar, é necessário saber onde se quer chegar.
Não sou a melhor pessoa para falar sobre o assunto pois vivo mudando de objetivos e nunca sei ao certo o que devo fazer para alcançar a minha meta, porque não defino anteriormente onde quero chegar.
Desta maneira, é fácil perder-se no caminho…

Isto me lembra um conto infantil muito engraçado e que me identifico bastante.
Quem aqui nunca ouviu falar de “Alice, no país das maravilhas” ?

Creio que poucos, não é mesmo?
Este clássico trás uma idéia nítida do que falo agora…

Quem não conhece o conto, certamente perde uma grande história, e eu recomendo – apesar de ser um conto infantil – que assistam…

Vejam só o coelho da história… Ele está sempre reclamando de falta de tempo… Está sempre atrasado, e nunca está no lugar certo na hora em que precisaria estar. Quantos de nós passamos por isto todos os dias??

Ou, quantos de nós, não agimos como a própria Alice.

Que acreditava estar no lugar errado e queria sair do submundo mas não sabia ao certo como fazê-lo…

Ao encontrar o Gato Cheshire, mantém com ele um diálogo onde ela lhe pergunta onde é a saída que a leva ao caminho correto:
- “O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?”
- “Isso depende muito de para onde você quer ir”, respondeu o Gato.
- “Não me importo muito para onde…”, retrucou Alice.
- “Então não importa o caminho que você escolha”, disse o Gato.

cena do filme "Alice, no país das maravilhas"

cena do filme "Alice, no país das maravilhas"

Percebam que, a medida que não sabemos para onde queremos ir, qual o nosso objetvo, todos os outros caminhos são possíveis, entretanto, nem todos nos levarão para onde realmente desejamos.

Torna-se necessário esclarecer nitidamente os valores em que acreditamos, e definir uma visão pessoal.
Estabelecer princípios adequados sem atropelar as pessoas pelo caminho e sem perder-se nas bifucarções que encontramos.

Digo isso, porque não é fácil…
A cada passo, já não estamos mais no mesmo lugar. Parece redundante dizer isto, mas falo isto para que o pensamento de vocês  voe além das minhas simples palavras…

Não usem o senso comum, usem o senso criativo e imaginativo…
A cada passo que damos, uma nova oportunidade chega mais próxima, ou afasta-se de nós.
Basta que tomemos a atitude de “dar o passo”. E muito mais do que “dar o passo”, é dar o passo na direção correta.

Dedique parte do seu tempo, da sua vida a acreditar em você e nos seus sonhos.
Já parou hoje para se perguntar, quais são os seus objetivos?
Quais são as suas chances de alcançá-los?
O que lhe falta?

Pois comece agora, vou adorar compartilhar com você das suas metas e ver os degraus alcançados.

Obrigada por degustar este primeiro post e espero que o comente, deixando-me um ingrediente a mais para o nosso TWIX:

… a sua contribuição e a sua opinião.

Abraços e até o próximo post.




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