Arquivo do Autor para Renata Pilastri

27
ago
10

“Correndo Juntos”

 

Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para o início da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.

Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: “Pronto, agora vai sarar”.

E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.

Por que?

Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.
O que importa é ajudar os outros a vencer,
mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

(Flo Johnasen, Wolf News)

Este texto foi postado no site LinkedIn por Silvio Calazans,
CEO at TRG DEVELOPMENT & TECHNOLOGY L.L.C
Information Technology and Services

27
ago
10

“Porque devo fazer isso?”

 

Bom dia, depois de bastante tempo sem novidades, hoje resolvi dar uma passadinha por aqui e deixar alguns comentários a respeito de um tema interessante…

“MOTIVAÇÃO”

Primeiramente, vamos entender o que vem a ser esta palavrinha tão falada por aí e muitas vezes, empregada de maneira errada por algumas pessoas que insistem em dizer que fulano ou ciclano é desmotivado…

Na verdade, ninguém É ou Não motivado…
A pessoa pode ESTAR ou DEIXAR de ESTAR motivado.

Motivação não é uma característica do ser humano e sim um estado natural que pode ocorrer ou não devido a determinadas situações.

MOTIVAÇÃO nada mais é do que descobrir dentro de si mesmo o que o
MOTIVA a AGIR (motivo+ação).

Quando por exemplo, uma mãe diz para seu filho: “arrume seu quarto” e este lhe retorna com a pergunta: “Porque devo fazer isso?” e na maioria das vezes, a mãe responde: “Porque eu mandei!”, esta justificativa não dá respaldo suficiente para o cérebro processar que este motivo é suficiente para TER VONTADE de agir. No entanto, a criança obedece porque sabe as consequência se um descumprimento de ordem de sua mãe.

No âmbito profissional, muitas vezes acontece a mesma coisa. O Profissional acaba agindo apenas por obediência à regras, por não querer sofrer as consequências de um descumprimento de ordens, ao invés de fazer suas tarefas porque se sente “motivado”, porque está, de verdade, com vontade de fazer aquela tarefa.

Em contra-partida, se ao perguntar à mãe: “Porque devo fazer isso?” a mesma, tivesse explicado:
 ”Seu quarto, quando está bem arrumado, fica mais bonito e agradável para que você receba seus amigos, as coisas ficam mais fáceis de serem encontradas, e você também estará colaborando comigo para manter a ordem de nossa casa”.  Ou ainda, para um adolescente, se ela respondesse: “porque ao arrumar seu quarto, colocando no lugar aquilo que você tirou da ordem, estou te ensinando a ter disciplina e comprometimento com suas responsabilidades… E ao me mostrar que você as têm, eu posso te dar mais autonomia para fazer outras coisas do seu interesse”

Automaticamente, a motivação que estava escondida dentro do indivíduo poderia ser despertada, ou para fazer o que lhe foi mandado porque aquilo lhe traria algum benefício pessoal, ou porque aquilo, de algum modo ajudaria a alguém e deixaria esta pessoa satisfeita, trazendo ao indivíduo a sensação de ser útil e não apenas de estar cumprindo uma ordem. Ou ao menos, na pior das hipóteses, ainda que o cumprimento do que lhe foi ordenado não fosse tão atrativo para lhe dar vontade suficiente de fazê-lo, o faria entender que existe verdadeiramente uma necessidade de se realizar aquela tarefa.

No mundo coorporativo não é diferente. Quando alguém pergunta “Porque devo fazer isso?”, muitas vezes a pergunta nem chega a ser explícita, ela fica pairando nas entre-linhas, mas, no fundo ela só está querendo dizer: “Deixe-me entender melhor o propósito desta atividade”… “Quero entender que benefícios haverão se fizer este trabalho?”… “Quais as vantagens de realizá-lo?”… “O que mudará ao meu redor se eu o fizer?”… “Quero ser motivado!”… “Me dê motivos!”

Mas será que seu gestor está preparado para responder a estas perguntas? E você?  Está preparado para receber as respostas? Quantas vezes perguntou a razão antes de sair fazendo um trabalho que não entendeu, ou que não via o menor sentido em realizá-lo?? Ou o motivo para fazê-lo não era suficientemente bom para que você sentisse vontade de dar início e ficasse protelando até que não houvesse mais outra alternativa?

Devemos levar em consideração também que muitas vezes, a razão ou necessidade que para outros é importante, para nós é relevante, porque cada pessoa tem uma experiência de vida e uma maneira de sentir e viver.

Cada um precisa de um estímulo diferente para sentir-se motivado. Pessoas diferentes precisam de motivos diferentes, de acordo com a realidade a que estão inseridos.

Enquanto que para muitas mulheres, por exemplo, a motivação de casar, ter seu próprio lar, família e filhos, faz com que elas busquem determinadas situações, para outras, isso só as repele. Porque sonham justamente com o contrário. Com uma vida sem compromissos, com liberdade, relacionamentos abertos e sem preocupação e responsabilidades para dedicarem-se a outras coisas de seu interesse.

No dia-dia profissional acontece a mesma coisa, se para seu chefe, a elaboração daquele relatório é de extrema importância e é o motivo principal da noite mal dormida dele, isso não significa que para você aquele relatório tenha alguma relevância real. Isto faz com que muitas pessoas se sintam desanimadas em meio a problemas e pressões no ambiente de trabalho.

O que recomendo é que você procure fazer sempre aquilo que gosta. Escolha uma profissão que te traga o maior número de motivos possíveis para que você tenha vontade de levantar da cama para ir ao encontro dele.
Procure fazer algo que além de te dar dinheiro, te dê também prazer na realização.
 

Tudo aquilo que fazemos por prazer, por vontade própria, é feito com mais amor e dedicação. Procure se superar sempre!
Se ainda não sabe o que te motiva, procure dentro de você mesmo o maior desejo escondido em sua mente. Transforme-o numa meta e encontre o melhor caminho para chegar até ele. Tenho certeza de que, de algum modo a sua motivação aparecerá.

As vezes, as melhores respostas estão dentro de nós mesmos… Mas estamos desmotivados demais para procurá-las.
Pois eu te dou agora a motivação para sair buscando e encontrá-la:
Ser feliz, só depende de você mesmo! E isto também serve para sua carreira, não apenas para sua vida pessoal!
Seja feliz com o seu trabalho, é ele quem te dará respaldo para alcançar os seus objetivos pessoais!

Lembre-se: Você passa maior parte do seu dia no trabalho, e tem duas opções… Passar grande maioria das suas 24h diárias tentando encontrar motivos para agir, as vezes encontrar, e as vezes não, ou… Acreditar que o melhor motivo para agir é amar aquilo que faz!

Torço para que você escolha a segunda opção!
Seja feliz!

Bjos regados de achocolatado e Biscoito! rs

Renata Pilastri

19
ago
09

Moral da História – 3ª Parte

Geralmente quem faz este post é o Ingrediente Extra do nosso Twix... O BREAD.
Mas como ele está de folga esta semana, rsrs… Na verdade, ainda não voltou das férias de julho, rs…

Não podia deixar vcs sem o terceiro tópico da nossa saga “Moral da História”, segue portanto,
nossa terceira lição:

Lição nº 3 – Zona de Conforto
 
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: “Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?” O corvo responde: “Claro, porque não?” O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
 
Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.

Bjs e ótima semana

Biscoito
Renata Pilastri

16
ago
09

Limite na Educação de Filhos e Netos sob uma visão Coorporativa.

O texto de Monica Monasterio (Madrid-Espanha), postado por nossa amiga “Caramelo” é a visão comportamental de uma estrutura hierárquica e social familiar.
Como é que funciona esta mesma estrutura de evolução no comportamento entre empregados e empregadores?
O que mudou na hierárquia? Ou a hierarquia permaneceu e quem mudou foram os funcionários?
O que fazer quando a autoridade que os chefes e empregadores costumavam ter, foge das mãos, assim como a dos pais para com os filhos? Porque recentemente as pessoas não se sujeitam tanto quanto antes e porque os subordinados hoje são mais ouvidos do que antigamente por seus chefes?

Estas e outras perguntas estão todos os dias, pairando sobre nosso cotidiano. Fazendo-nos pensar em como o mercado de trabalho tem mudado constantemente e como o empregado, deve estar cada vez mais atualizado e dinâmico, enquadrando-se em maior número de perfis para se adequar àquilo que for mais conveniente.

Hoje em dia, se um “patrão”, – como eram chamados os empregadores – continuar agindo como “PATRÃO” e não como um líder eficaz de uma empresa ou um negócio, a tendência é que aconteça com ele, o mesmo que vêm acontecendo dentro de casa com alguns pais que não conseguem dominar a ação de seus filhos. O autoritarismo deve dar lugar à autoridade, pois esta, está intimamente ligada ao respeito, enquanto que o autoritarismo está ligado à força.

Muitos pais perdem o controle de seus filhos porque querem limitar-lhes regras por meio de imposição e poder, enquanto que, por meio de respeito e desejo de que crescimento, outros, aplicam o diálogo e recebem um resultado muito mais interessante.

Do mesmo modo acontece no modelo empresarial. Alguns chefes continuam com o pensamento limitado de que, precisam ser considerados “donos do poder” para que seus subordinados continuem a respeitá-lo e a seguir suas instruções. O que, obviamente acontece na prática, é que, seus subordinados lhe “obedecem” porém, sem concordar com suas atitudes e sem questionar, por medo da reação que este poderá ter.

Isto, porém não é sadio nem para o empregador, nem para os funcionários e muito menos para a empresa.
Para o empregador, não é bom porque este, além de ter uma imagem inascessível perante os seus subordinados, passa a ser visto como uma pessoa intransigente, de mente fechada, que não aceita opiniões e críticas, afastando dele as pessoas e por consequência, as idéias e melhorias que sua equipe profissional poderia ter.

Para os empregados é ainda pior, porque estes, com idéias que não podem ser expostas ou aplicadas, ficam desmotivados e passam a executar seus trabalhos sem desejar o crescimento ou melhoria do mesmo, o que resultará em insatisfação pessoal e consequentemente, levará estes funcionários a buscarem novas colocações no mercado.

Com tudo isso, todos saem perdendo. A empresa não cresce, se mantém estagnada, e seus funcionários acabam por enterrar seus talentos e idéias ou a aplicá-los em outro lugar que melhor lhes convenha. A empresa perde em qualidade, perde em mão de obra, e ganha rotatividade de pessoas. Uma empresa que não mantém por muito tempo seus profissionais é considerada uma empresa desestrturada e sem raizes.

Que cliente acreditará em uma empresa que não consegue nem ao menos mantér fixo seu quadro de funcionários?
Quem dá credibilidade a um prestador de serviços que vende a idéia de que sua mão de obra é extremamente qualificada se os seus profissionais  – que são o seu maior produto – não acreditam suficiente na empresa a ponto de permanecerem nela por um tempo razoável?

Assim como, dentro de casa, alguns jovens e adolescentes, buscam fora de casa a resposta para seus problemas por falta de diálogo com os pais, os profissionais de uma empresa em que o chefe mantém o antigo padrão de que, apenas ele é quem dá as ordens, e que estas devem ser inquestionalmente seguidas, tendem a buscar fora da empresa as suas satisfações profissionais.

Assim como, dentro de casa, muitos apenas obedecem por imposição e assim que ganham espaço, ou independência, passam a agir de maneira que os pais não aprovam, no ramo profissional acontece o mesmo.
É necessário entender que o ser humano hoje, tem uma tendência aprimorar, mudar e expressar seus sentimentos, seja ele profissional, pessoal, emocional, familiar, e que este, sente necessidade de transformações, crescimento, reconhecimento, pois as pessoas evoluem, e seus comportamentos tendem a se adaptar a esta evolução.

O empregador que não evoluir junto com os funcionários tende ao fracasso e a omissão de sentimentos dos funcionários. Estará fadada ao descaso dos mesmos pelo crescimento da empresa e a busca de novas oportunidades. Além de uma possibilidade muito pequena de sucesso por parte da instituição em que atuam.

Se até mesmo as crianças do nosso século já são diferentes das do século passado e já nascem mais espertas e atentas do que as do tempo de nossos pais, porque é que os profissionais seriam como os de antigamente? Porque é que as empresas, lideradas por pessoas que vivem neste século administrariam seu negócio com modelos, padrões e tradições antigas?

As vezes para haver mudanças é necessário quebrar paradigmas, quebrar limites, arriscar-se. Você, enquanto empregado, experimente, ouse, implemente idéias ao seu dia-dia, converse com seu chefe, exponha a ele motivos de começar trabalhos antigos, de uma maneira nova.

E você, enquanto empregador, abra sua mente, inove, faça de seu negócio uma fábrica de idéias. 
Imagine seus funcionários como cabeças que pensam para o bem comum do negócio, e não aja como se eles fossem apenas mãos que executam o que sai da sua própria cabeça
.

Assim como em nossa casa, na nossa família, cada membro é uma peça para fazer o relógio funcionar, no âmbito profissional devemos entender que, se uma destas peças não funcionar bem, e a engrenagem parar, o relógio estará sempre atrasado, isto, se não parar de vez!!!

Boa sorte a todos!!!
E ótima semana.

Renata Pilastri

!! post mordido por ‘BISCOITO’ !!

01
jun
09

Quileutes X Cullens, Lobos x Vampiros… Até que ponto a competitividade ajuda?

Olá Twix’teros…
Visitantes e apreciadores do nosso Twix de final de semana, cá estou eu para ‘viajar’ um pouco em meu mundo fantástico e trazer para vocês alguns devaneios que as vezes invadem minha cabeça e me fazem refletir.

Por alguns meses me dediquei a ler a série de livros da autora Stephenie Meyer: “Crepúsculo”; “Lua Nova” e “Eclípse” (e ainda falta o “Amanhecer” e o 5º livro que ainda não chegou ao Brasil) estes livros parecem uma epidemia quando você anda de trem, ou metrô… rs
Sempre tem duas ou três pessoas com eles na mão, viraram realmente uma unanimidade entre os leitores que têm o hábito de ler nos poucos minutos de lazer ou nas longas jornadas entre a casa e trabalho, ou entre o trabalho e a escola…

Por mais que sejam contos fictícios,  – e que por sinal eu tenha adorado – há sempre algo que podemos aprender em qualquer que seja a leitura e trazer estes ensinamentos para a vida real.
No caso da saga dos Vampiros (família Cullen) e dos Lobos (tribo Quileute), temos dois personagens marcantes que se destacam: Edward, o vampiro; e Jacob Black, o lobo.
Ambos lutam incessantemente por um objetivo central: O amor de Bella Swan.

Edward Cullen - Bella Swan - Jacob Black

Edward Cullen - Bella Swan - Jacob Black

Mas você deve estar se perguntando:
“O que um livro de vampiros e lobos pode ensinar para que eu melhore minha vida profissional?”

Por incrível que pareça, PODE!

Analise sua vida profissinal… Há sempre pessoas ao seu redor, competindo com você por objetivos iguais ou semelhantes aos teus. Assim como Edward e Jacob competiam para adquirir o amor de Bella.
E da mesma maneira, que nós, leitores, acabamos por amar mais a um personagem do que ao outro, o fazemos porque nos identificamos com algumas características, ou ainda porque aceitamos como mais coerente a atitude de um, ou do outro.
Da mesma maneira, em nosso ambiente de trabalho, estamos em constante competição, competimos por um melhor salário, competimos por um melhor cargo, por um reconhecimento, por um destaque no departamento, por uma promoção…

Isto sem contar que competimos também com quem nem trabalha conosco… Competimos com os outros profissionais que estão aí no mercado, buscando novas oportunidades, buscando qualificação e querendo a todo custo, um espaço para mostrar o que sabem fazer.

Nestes casos é importante que cada um de nós, profissionais, tenhamos em mente que, para competir, seja em que momento for, seja em que especialidade for, precisamos nos preparar.

Quando enfrentamos a realidade de que o mercado de trabalho está cada vez mais saturado e que as empresas estão buscando profissionais mais qualificados, é impossível não pensar em competição como uma motivação para corrermos atrás de dos nossos objetivos.

Crepúsculo

Crepúsculo

Edward possui uma vantagem sob Jacob Black no primeiro livro, “Crepúsculo”, pois a sua proximidade com Bella é algo que o mantém em posição favorável em relação ao seu objetivo. 
Lua Nova

Lua Nova

Porém, no segundo livro, “Lua Nova”, o personagem se ausenta, achando que está fazendo o melhor para proteger a sua amada. No entanto, sem querer, acaba permitindo com isto, que Jacob se torne mais íntimo e a sua relação com Bella se estreite a tal ponto, que as qualidades ainda desconhecidas dele, se tornem evidentes aos olhos dela.

No terceiro livro, “O Eclipse”,  quando ambos realmente têm chances iguais de aproximação, a competitividade se torna mais evidente, e nesta hora, é momento de mostrar quais habilidades podem ser mais vantajosas para conquistar a confiança e principalmente o caração da humana Bella.

Da mesma maneira, no nosso dia-dia precisamos identificar qual é o momento mais propício para colocarmos em ênfase as nossas diferenças e virtudes, apontar as desvantagens do concorrente nem sempre é ético, porém, de maneira adequada, ressaltar as nossas qualidades sobre ele é mais do que apropriado, é usar de sabedoria.

Quando a personagem Bella fica dividida entre os dois, e menciona o fato de ambos terem atribuições diferentes, mas amá-los e não poder conviver com a perda de nenhum deles, associo isto ao que acontece comumente dentro das empresas, onde, pessoas diferentes, com potenciais também distintos  são indispensáveis para o bom funcionamento do trabalho, no entanto, vivem disputando um espaço como se não o pudessem dividir.

Há situações sim, em que podemos competir de maneira amigável e fazer com que a concorrência nos impulsione a melhorar cada vez mais.

O importante é lembrar que, independente das diversidades, o respeito é primordial.

Diante de uma escolha difícil, como a que Bella teve: a de escolher entre o Lobo ou o Vampiro, o que vale é aprender que independente da escolha dela, que neste caso, representa para nós a escolha da empresa em relação ao profissional, ou ainda a escolha de uma determinada função ou atribuição de tarefa em um departamento, a um funcionário e não ao outro, a parte não favorecida jamais deve desistir de ir em busca de seus objetivos.

Nunca é tarde demais para se qualificar, nunca é tarde demais para adquirir experiências, nunca é tarde demais para dizer que ainda somos capazes de conseguir algo que realmente queremos.

lua nova

Eu ainda não li o “Amanhecer”, 4º livro da série, mas tenho certeza, por conhecer as virtudes de Jacob, que ele não vai desistir de Bella. Que mesmo que as chances dele tenham aumentado em relação ao seu concorrente e que, ainda assim, Edward continue sendo o preferido dela, Jacob vai continuar tentando mostrar a Bella todas as vantagens que ele tem em comparação ao vampiro.

Na vida profissional, é exatamente isto que devemos fazer… Aproveitar todas as chances que tivermos para mostrar a quem nos interessa todas as vantagens de nos contratar ou nos delegar alguma responsabilidade. Jamais desistir de nossos objetivos e respeitar o nosso concorrente sempre, lembrando que, assim como nós, ele também tem suas qualidades.

E como quase sempre, a decisão não depende de nós, cabe a cada um, fazer o melhor possível para conquistar o seu lugar ao sol… ops… rs…ou às sombras, no caso dos vampiros e lobos.

E uma dica, jamais abra mão de seus valores pessoais em uma competição. Nunca permita que por conta da competitividade suas atitudes sejam tomadas sem pesar as conseqüências. Afinal, vale ressaltar que competir é saudável e estimula a dedicação, comprometimento, e motiva a busca de melhores resultados, mas que também competir significa que existe uma chance de ganhar ou de perder. O que vale é adquirir conhecimento, experiência e aprender com isto.

Espero que tenham uma excelente semana, e que na competição da vida, que vençam os melhores!

Um abraço saboroso de uma das arestas deste quadrado…
Beijos da “Biscoito” e até o próximo post…
 

17
mai
09

TEMPO É VIDA

“Tempo é Vida”  -  Já dizia Merril Douglas:

“Usar seu tempo é usar sua vida. Gastar seu tempo é gastar a vida duplamente. O tempo passa somente uma vez, porém, muitos vivem suas vidas como se fosse um exercício para a próxima.”

Você já teve a impressão de ter passado o dia planejando mil coisas, e ao final dele, não ter concluído nem metade?
Já teve a sensação de que o tempo que você tem é curto demais para realizar tudo aquilo que precisa??
Pensou alguma vez em planejar cada segundo do seu dia para ter tempo de realizar no prazo adequado todas as prioridades necessárias para sua auto-realização?

PARABÉNS, se sua resposta foi sim, você está  incluso em uma minoria que conhece e excuta a arte da administração do seu próprio tempo.

"Tô atrasado, Tô atrasado!"

"Tô atrasado, Tô atrasado!"

 

O que é administrar o tempo?
Administrar é Planejar, é dar prioridade ao que é importante e não ao que é urgente…
Afinal, o que é urgente, um dia foi importante e alguém não cuidou adequadamente de resolver, por isto se tornou urgente.

Aprenda a cuidar portanto, do que é importante, assim, futuramente haverão bem menos coisas urgentes para serem resolvidas.

Para planejar, é necessário saber onde se quer chegar.
Não sou a melhor pessoa para falar sobre o assunto pois vivo mudando de objetivos e nunca sei ao certo o que devo fazer para alcançar a minha meta, porque não defino anteriormente onde quero chegar.
Desta maneira, é fácil perder-se no caminho…

Isto me lembra um conto infantil muito engraçado e que me identifico bastante.
Quem aqui nunca ouviu falar de “Alice, no país das maravilhas” ?

Creio que poucos, não é mesmo?
Este clássico trás uma idéia nítida do que falo agora…

Quem não conhece o conto, certamente perde uma grande história, e eu recomendo – apesar de ser um conto infantil – que assistam…

Vejam só o coelho da história… Ele está sempre reclamando de falta de tempo… Está sempre atrasado, e nunca está no lugar certo na hora em que precisaria estar. Quantos de nós passamos por isto todos os dias??

Ou, quantos de nós, não agimos como a própria Alice.

Que acreditava estar no lugar errado e queria sair do submundo mas não sabia ao certo como fazê-lo…

Ao encontrar o Gato Cheshire, mantém com ele um diálogo onde ela lhe pergunta onde é a saída que a leva ao caminho correto:
- “O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?”
- “Isso depende muito de para onde você quer ir”, respondeu o Gato.
- “Não me importo muito para onde…”, retrucou Alice.
- “Então não importa o caminho que você escolha”, disse o Gato.

cena do filme "Alice, no país das maravilhas"

cena do filme "Alice, no país das maravilhas"

Percebam que, a medida que não sabemos para onde queremos ir, qual o nosso objetvo, todos os outros caminhos são possíveis, entretanto, nem todos nos levarão para onde realmente desejamos.

Torna-se necessário esclarecer nitidamente os valores em que acreditamos, e definir uma visão pessoal.
Estabelecer princípios adequados sem atropelar as pessoas pelo caminho e sem perder-se nas bifucarções que encontramos.

Digo isso, porque não é fácil…
A cada passo, já não estamos mais no mesmo lugar. Parece redundante dizer isto, mas falo isto para que o pensamento de vocês  voe além das minhas simples palavras…

Não usem o senso comum, usem o senso criativo e imaginativo…
A cada passo que damos, uma nova oportunidade chega mais próxima, ou afasta-se de nós.
Basta que tomemos a atitude de “dar o passo”. E muito mais do que “dar o passo”, é dar o passo na direção correta.

Dedique parte do seu tempo, da sua vida a acreditar em você e nos seus sonhos.
Já parou hoje para se perguntar, quais são os seus objetivos?
Quais são as suas chances de alcançá-los?
O que lhe falta?

Pois comece agora, vou adorar compartilhar com você das suas metas e ver os degraus alcançados.

Obrigada por degustar este primeiro post e espero que o comente, deixando-me um ingrediente a mais para o nosso TWIX:

… a sua contribuição e a sua opinião.

Abraços e até o próximo post.




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