Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para o início da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: “Pronto, agora vai sarar”.
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.
Por que?
Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.
O que importa é ajudar os outros a vencer,
mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.
(Flo Johnasen, Wolf News)
Este texto foi postado no site LinkedIn por Silvio Calazans,
CEO at TRG DEVELOPMENT & TECHNOLOGY L.L.C
Information Technology and Services
Se todo mundo, ao menos uma vez na vida ajudasse o próximo o mundo seria muito melhor. A individualidade vai acabar com a raça humana.
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