27
ago
10

“Correndo Juntos”

 

Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para o início da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.

Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: “Pronto, agora vai sarar”.

E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.

Por que?

Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.
O que importa é ajudar os outros a vencer,
mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

(Flo Johnasen, Wolf News)

Este texto foi postado no site LinkedIn por Silvio Calazans,
CEO at TRG DEVELOPMENT & TECHNOLOGY L.L.C
Information Technology and Services

27
ago
10

“Porque devo fazer isso?”

 

Bom dia, depois de bastante tempo sem novidades, hoje resolvi dar uma passadinha por aqui e deixar alguns comentários a respeito de um tema interessante…

“MOTIVAÇÃO”

Primeiramente, vamos entender o que vem a ser esta palavrinha tão falada por aí e muitas vezes, empregada de maneira errada por algumas pessoas que insistem em dizer que fulano ou ciclano é desmotivado…

Na verdade, ninguém É ou Não motivado…
A pessoa pode ESTAR ou DEIXAR de ESTAR motivado.

Motivação não é uma característica do ser humano e sim um estado natural que pode ocorrer ou não devido a determinadas situações.

MOTIVAÇÃO nada mais é do que descobrir dentro de si mesmo o que o
MOTIVA a AGIR (motivo+ação).

Quando por exemplo, uma mãe diz para seu filho: “arrume seu quarto” e este lhe retorna com a pergunta: “Porque devo fazer isso?” e na maioria das vezes, a mãe responde: “Porque eu mandei!”, esta justificativa não dá respaldo suficiente para o cérebro processar que este motivo é suficiente para TER VONTADE de agir. No entanto, a criança obedece porque sabe as consequência se um descumprimento de ordem de sua mãe.

No âmbito profissional, muitas vezes acontece a mesma coisa. O Profissional acaba agindo apenas por obediência à regras, por não querer sofrer as consequências de um descumprimento de ordens, ao invés de fazer suas tarefas porque se sente “motivado”, porque está, de verdade, com vontade de fazer aquela tarefa.

Em contra-partida, se ao perguntar à mãe: “Porque devo fazer isso?” a mesma, tivesse explicado:
 ”Seu quarto, quando está bem arrumado, fica mais bonito e agradável para que você receba seus amigos, as coisas ficam mais fáceis de serem encontradas, e você também estará colaborando comigo para manter a ordem de nossa casa”.  Ou ainda, para um adolescente, se ela respondesse: “porque ao arrumar seu quarto, colocando no lugar aquilo que você tirou da ordem, estou te ensinando a ter disciplina e comprometimento com suas responsabilidades… E ao me mostrar que você as têm, eu posso te dar mais autonomia para fazer outras coisas do seu interesse”

Automaticamente, a motivação que estava escondida dentro do indivíduo poderia ser despertada, ou para fazer o que lhe foi mandado porque aquilo lhe traria algum benefício pessoal, ou porque aquilo, de algum modo ajudaria a alguém e deixaria esta pessoa satisfeita, trazendo ao indivíduo a sensação de ser útil e não apenas de estar cumprindo uma ordem. Ou ao menos, na pior das hipóteses, ainda que o cumprimento do que lhe foi ordenado não fosse tão atrativo para lhe dar vontade suficiente de fazê-lo, o faria entender que existe verdadeiramente uma necessidade de se realizar aquela tarefa.

No mundo coorporativo não é diferente. Quando alguém pergunta “Porque devo fazer isso?”, muitas vezes a pergunta nem chega a ser explícita, ela fica pairando nas entre-linhas, mas, no fundo ela só está querendo dizer: “Deixe-me entender melhor o propósito desta atividade”… “Quero entender que benefícios haverão se fizer este trabalho?”… “Quais as vantagens de realizá-lo?”… “O que mudará ao meu redor se eu o fizer?”… “Quero ser motivado!”… “Me dê motivos!”

Mas será que seu gestor está preparado para responder a estas perguntas? E você?  Está preparado para receber as respostas? Quantas vezes perguntou a razão antes de sair fazendo um trabalho que não entendeu, ou que não via o menor sentido em realizá-lo?? Ou o motivo para fazê-lo não era suficientemente bom para que você sentisse vontade de dar início e ficasse protelando até que não houvesse mais outra alternativa?

Devemos levar em consideração também que muitas vezes, a razão ou necessidade que para outros é importante, para nós é relevante, porque cada pessoa tem uma experiência de vida e uma maneira de sentir e viver.

Cada um precisa de um estímulo diferente para sentir-se motivado. Pessoas diferentes precisam de motivos diferentes, de acordo com a realidade a que estão inseridos.

Enquanto que para muitas mulheres, por exemplo, a motivação de casar, ter seu próprio lar, família e filhos, faz com que elas busquem determinadas situações, para outras, isso só as repele. Porque sonham justamente com o contrário. Com uma vida sem compromissos, com liberdade, relacionamentos abertos e sem preocupação e responsabilidades para dedicarem-se a outras coisas de seu interesse.

No dia-dia profissional acontece a mesma coisa, se para seu chefe, a elaboração daquele relatório é de extrema importância e é o motivo principal da noite mal dormida dele, isso não significa que para você aquele relatório tenha alguma relevância real. Isto faz com que muitas pessoas se sintam desanimadas em meio a problemas e pressões no ambiente de trabalho.

O que recomendo é que você procure fazer sempre aquilo que gosta. Escolha uma profissão que te traga o maior número de motivos possíveis para que você tenha vontade de levantar da cama para ir ao encontro dele.
Procure fazer algo que além de te dar dinheiro, te dê também prazer na realização.
 

Tudo aquilo que fazemos por prazer, por vontade própria, é feito com mais amor e dedicação. Procure se superar sempre!
Se ainda não sabe o que te motiva, procure dentro de você mesmo o maior desejo escondido em sua mente. Transforme-o numa meta e encontre o melhor caminho para chegar até ele. Tenho certeza de que, de algum modo a sua motivação aparecerá.

As vezes, as melhores respostas estão dentro de nós mesmos… Mas estamos desmotivados demais para procurá-las.
Pois eu te dou agora a motivação para sair buscando e encontrá-la:
Ser feliz, só depende de você mesmo! E isto também serve para sua carreira, não apenas para sua vida pessoal!
Seja feliz com o seu trabalho, é ele quem te dará respaldo para alcançar os seus objetivos pessoais!

Lembre-se: Você passa maior parte do seu dia no trabalho, e tem duas opções… Passar grande maioria das suas 24h diárias tentando encontrar motivos para agir, as vezes encontrar, e as vezes não, ou… Acreditar que o melhor motivo para agir é amar aquilo que faz!

Torço para que você escolha a segunda opção!
Seja feliz!

Bjos regados de achocolatado e Biscoito! rs

Renata Pilastri

19
ago
09

Moral da História – 3ª Parte

Geralmente quem faz este post é o Ingrediente Extra do nosso Twix... O BREAD.
Mas como ele está de folga esta semana, rsrs… Na verdade, ainda não voltou das férias de julho, rs…

Não podia deixar vcs sem o terceiro tópico da nossa saga “Moral da História”, segue portanto,
nossa terceira lição:

Lição nº 3 – Zona de Conforto
 
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: “Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?” O corvo responde: “Claro, porque não?” O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.
 
Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.

Bjs e ótima semana

Biscoito
Renata Pilastri

16
ago
09

Limite na Educação de Filhos e Netos sob uma visão Coorporativa.

O texto de Monica Monasterio (Madrid-Espanha), postado por nossa amiga “Caramelo” é a visão comportamental de uma estrutura hierárquica e social familiar.
Como é que funciona esta mesma estrutura de evolução no comportamento entre empregados e empregadores?
O que mudou na hierárquia? Ou a hierarquia permaneceu e quem mudou foram os funcionários?
O que fazer quando a autoridade que os chefes e empregadores costumavam ter, foge das mãos, assim como a dos pais para com os filhos? Porque recentemente as pessoas não se sujeitam tanto quanto antes e porque os subordinados hoje são mais ouvidos do que antigamente por seus chefes?

Estas e outras perguntas estão todos os dias, pairando sobre nosso cotidiano. Fazendo-nos pensar em como o mercado de trabalho tem mudado constantemente e como o empregado, deve estar cada vez mais atualizado e dinâmico, enquadrando-se em maior número de perfis para se adequar àquilo que for mais conveniente.

Hoje em dia, se um “patrão”, – como eram chamados os empregadores – continuar agindo como “PATRÃO” e não como um líder eficaz de uma empresa ou um negócio, a tendência é que aconteça com ele, o mesmo que vêm acontecendo dentro de casa com alguns pais que não conseguem dominar a ação de seus filhos. O autoritarismo deve dar lugar à autoridade, pois esta, está intimamente ligada ao respeito, enquanto que o autoritarismo está ligado à força.

Muitos pais perdem o controle de seus filhos porque querem limitar-lhes regras por meio de imposição e poder, enquanto que, por meio de respeito e desejo de que crescimento, outros, aplicam o diálogo e recebem um resultado muito mais interessante.

Do mesmo modo acontece no modelo empresarial. Alguns chefes continuam com o pensamento limitado de que, precisam ser considerados “donos do poder” para que seus subordinados continuem a respeitá-lo e a seguir suas instruções. O que, obviamente acontece na prática, é que, seus subordinados lhe “obedecem” porém, sem concordar com suas atitudes e sem questionar, por medo da reação que este poderá ter.

Isto, porém não é sadio nem para o empregador, nem para os funcionários e muito menos para a empresa.
Para o empregador, não é bom porque este, além de ter uma imagem inascessível perante os seus subordinados, passa a ser visto como uma pessoa intransigente, de mente fechada, que não aceita opiniões e críticas, afastando dele as pessoas e por consequência, as idéias e melhorias que sua equipe profissional poderia ter.

Para os empregados é ainda pior, porque estes, com idéias que não podem ser expostas ou aplicadas, ficam desmotivados e passam a executar seus trabalhos sem desejar o crescimento ou melhoria do mesmo, o que resultará em insatisfação pessoal e consequentemente, levará estes funcionários a buscarem novas colocações no mercado.

Com tudo isso, todos saem perdendo. A empresa não cresce, se mantém estagnada, e seus funcionários acabam por enterrar seus talentos e idéias ou a aplicá-los em outro lugar que melhor lhes convenha. A empresa perde em qualidade, perde em mão de obra, e ganha rotatividade de pessoas. Uma empresa que não mantém por muito tempo seus profissionais é considerada uma empresa desestrturada e sem raizes.

Que cliente acreditará em uma empresa que não consegue nem ao menos mantér fixo seu quadro de funcionários?
Quem dá credibilidade a um prestador de serviços que vende a idéia de que sua mão de obra é extremamente qualificada se os seus profissionais  – que são o seu maior produto – não acreditam suficiente na empresa a ponto de permanecerem nela por um tempo razoável?

Assim como, dentro de casa, alguns jovens e adolescentes, buscam fora de casa a resposta para seus problemas por falta de diálogo com os pais, os profissionais de uma empresa em que o chefe mantém o antigo padrão de que, apenas ele é quem dá as ordens, e que estas devem ser inquestionalmente seguidas, tendem a buscar fora da empresa as suas satisfações profissionais.

Assim como, dentro de casa, muitos apenas obedecem por imposição e assim que ganham espaço, ou independência, passam a agir de maneira que os pais não aprovam, no ramo profissional acontece o mesmo.
É necessário entender que o ser humano hoje, tem uma tendência aprimorar, mudar e expressar seus sentimentos, seja ele profissional, pessoal, emocional, familiar, e que este, sente necessidade de transformações, crescimento, reconhecimento, pois as pessoas evoluem, e seus comportamentos tendem a se adaptar a esta evolução.

O empregador que não evoluir junto com os funcionários tende ao fracasso e a omissão de sentimentos dos funcionários. Estará fadada ao descaso dos mesmos pelo crescimento da empresa e a busca de novas oportunidades. Além de uma possibilidade muito pequena de sucesso por parte da instituição em que atuam.

Se até mesmo as crianças do nosso século já são diferentes das do século passado e já nascem mais espertas e atentas do que as do tempo de nossos pais, porque é que os profissionais seriam como os de antigamente? Porque é que as empresas, lideradas por pessoas que vivem neste século administrariam seu negócio com modelos, padrões e tradições antigas?

As vezes para haver mudanças é necessário quebrar paradigmas, quebrar limites, arriscar-se. Você, enquanto empregado, experimente, ouse, implemente idéias ao seu dia-dia, converse com seu chefe, exponha a ele motivos de começar trabalhos antigos, de uma maneira nova.

E você, enquanto empregador, abra sua mente, inove, faça de seu negócio uma fábrica de idéias. 
Imagine seus funcionários como cabeças que pensam para o bem comum do negócio, e não aja como se eles fossem apenas mãos que executam o que sai da sua própria cabeça
.

Assim como em nossa casa, na nossa família, cada membro é uma peça para fazer o relógio funcionar, no âmbito profissional devemos entender que, se uma destas peças não funcionar bem, e a engrenagem parar, o relógio estará sempre atrasado, isto, se não parar de vez!!!

Boa sorte a todos!!!
E ótima semana.

Renata Pilastri

!! post mordido por ‘BISCOITO’ !!

14
jun
09

Limites na educação dos filhos e netos

“Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores.”

E com o esforço de abolir os abusos do passado somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas”, ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.

Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.

Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos.

Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.

À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam a suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais.

Mas, na medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que poucos os respeitem.

E são filhos que, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.

Quer dizer: os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e “tudo dar” a seus filhos.

Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como lideres capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.

Se o autoritarismo suplanta, o permissivel sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.

É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Os limites abrigam o indivíduo.

“Com amor ilimitado e profundo respeito.”

By Caramello

12
jun
09

moral da historia – 2ª parte

Oi galerinha!!

hei, tenho notado que o pessoal visita o blogg mas anda meio preguiçoso na hora de comentar!!
Poxa, queremos saber a opinião de vocês, afinal, o
Twix só tem sentido se vocês estiverem saboreando nossos posts e gostando deles…

E como prometido na semana passada, aí vai a segunda regrinha da série “MORAL DA HISTÓRIA”

Lição nº 2 – Chefia e Liderança 
Aprenda a ouvir o que o chefe tem a dizer para depois escolher a atitude que irá tomar.

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.
O gênio diz:  – “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês”.
- “Eu primeiro, eu primeiro.” –  grita um dos funcionários.
- “Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!” –  Puf! -  E ele se foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- ” Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!” – Puf e ele se foi também.
- “Agora você” – diz o gênio para o gerente.
- “Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço.” – diz o gerente.
 
Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

Creditos: Baseado no e-mail “Lições Administrativas” enviado por Fabio Gallego para a Buh, (nossa Twix Biscoito).

}=oO … hiiiiii
já dizia o velho ditado “quem tem pressa… come cru” …
e eu diria… “os apressados tomam…………. na cabeça!!” rsrs

abraços BREAD! Até o próximo!

10
jun
09

COMO PENSAR GRANDE – A Força mágica de pensar grande

Helloooooooooo “Twixteros”

Estou lendo o livro ” A MÁGICA DE PENSAR GRANDE “ de David J. Schwartz.

Como está sendo de grande utilidade para mim, resolvi dividir com vocês  um trecho deste.

Deguste sem mOderação!!

NÃO  ENCARE  AS  COISAS  APENAS  COMO  SÃO, MAS  TAMBÉM  COMO  PODEM  SER!

Nesta semena vou postar um dos quatro exemplos para ilustrar esta afirmação.

1. O que valoriza uma propriedade?

Um próspero corretor de imóveis, especializado em propriedades rurais, demonstra o que se pode conseguir se nos habituarmos a ver algo onde pouco ou nada existe no momento em que se olha.

Assim explica o meu amigo:

fazenda- A maioria das propriedades rurais existentes por aqui está arruinada e oferece muito poucos atrativos. Se você se limitar a dizer: ‘A fazenda tal tem X acres de terra, tanto de matas e está situada a tantas milhas da cidade’, eles não se interessarão nem a comprarão. Mas se você lhes mostrar um plano concreto de algo que eles possam fazer com a fazenda, conseguirá convencê-los.

O que podemos tirar deste pequeno trecho?

Devemos ter visão no futuro, olhar adiante, enxergar o que será, não apenas o que é. Muitas vezes olhamos para determinada situação e não percebemos que aquela poderá ser moldada, tudo depende da forma de como enxergamos e conduzimos as coisas, é preciso desencadear a criatividade que existe em nossa máquina chamada cérebro, pois existe sempre uma saída brilhante, com um pensamento inovador.faz

1º- Pense este projeto já deu certo;

2º- Estude a situação com calma e clareza;

3º- Após o estudo coloque seu projeto diferenciado em prática e dê um salto à nova conquista.

Bons pensamentos atraem bons negócios, boas atitudes, bons frutos…

“Veja as coisas não como são, mas sim como poderão vir a ser. A capacidade de visualizar valoriza tudo. Quem pensa grande prevê sempre o que pode ser feito no futuro e não fica estagnado no presente.”

eeeeeeeeeee….SUCESSOOOOOO!!!

BejOkas…teh o próximo post

07
jun
09

Moral da História – 1º parte

Olá amigos!!!

Eu sei que este blog nasceu para falar de coisas sérias, afinal, segundo a orientação que tenho é de que ele deve ser um ‘blog coorporativo’… Mas como as meninas : BISCOITO, CARAMELO E CHOCOLATE,  já se encarregam desta árdua tarefa de escrever seriamente, eu, BREAD, que sou o InGrEdiENte ExTRa da turma, resolvi trazer um sabor diferente e irreverente ao mundo de quem é “Twixtero” e curte ler nossos textos semanalmente.

Brincando com a “MORAL DA HISTÓRIA”, trarei alguns petiscos para que saboreiem e reflitam…
Serão historinhas curtas e engraçadas. Começando uma série hoje, trago a vocês a primeira lição:

Lição nº 1 – Gestão do Conhecimento 
Comunique-se, antecipe-se, compartilhe informações que considerar importante…

 Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem ia atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: “Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha.” Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro “Quem era?” – “Era o Bob, o vizinho da casa ao lado.” – diz ela. “Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?”
 
Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!

Creditos: Baseado no e-mail “Lições Administrativas” enviado por Fabio Gallego para a Buh, (nossa Twix Biscoito).

hehehehe…
Espero que tenham gostado, afinal, todo InGrEdiENte ExTRa  serve para fazer a diferença, não é mesmo?
Então comece sua semana assim, faça você também  a diferença!!! 
Saia da mesmice…

Semana que vem tem mais, visite sempre nosso Twix e deixe de lado essa tal de moderação… rsrs… APROVEITAAAAA!!!

abraços BREAD!

 

01
jun
09

Quileutes X Cullens, Lobos x Vampiros… Até que ponto a competitividade ajuda?

Olá Twix’teros…
Visitantes e apreciadores do nosso Twix de final de semana, cá estou eu para ‘viajar’ um pouco em meu mundo fantástico e trazer para vocês alguns devaneios que as vezes invadem minha cabeça e me fazem refletir.

Por alguns meses me dediquei a ler a série de livros da autora Stephenie Meyer: “Crepúsculo”; “Lua Nova” e “Eclípse” (e ainda falta o “Amanhecer” e o 5º livro que ainda não chegou ao Brasil) estes livros parecem uma epidemia quando você anda de trem, ou metrô… rs
Sempre tem duas ou três pessoas com eles na mão, viraram realmente uma unanimidade entre os leitores que têm o hábito de ler nos poucos minutos de lazer ou nas longas jornadas entre a casa e trabalho, ou entre o trabalho e a escola…

Por mais que sejam contos fictícios,  – e que por sinal eu tenha adorado – há sempre algo que podemos aprender em qualquer que seja a leitura e trazer estes ensinamentos para a vida real.
No caso da saga dos Vampiros (família Cullen) e dos Lobos (tribo Quileute), temos dois personagens marcantes que se destacam: Edward, o vampiro; e Jacob Black, o lobo.
Ambos lutam incessantemente por um objetivo central: O amor de Bella Swan.

Edward Cullen - Bella Swan - Jacob Black

Edward Cullen - Bella Swan - Jacob Black

Mas você deve estar se perguntando:
“O que um livro de vampiros e lobos pode ensinar para que eu melhore minha vida profissional?”

Por incrível que pareça, PODE!

Analise sua vida profissinal… Há sempre pessoas ao seu redor, competindo com você por objetivos iguais ou semelhantes aos teus. Assim como Edward e Jacob competiam para adquirir o amor de Bella.
E da mesma maneira, que nós, leitores, acabamos por amar mais a um personagem do que ao outro, o fazemos porque nos identificamos com algumas características, ou ainda porque aceitamos como mais coerente a atitude de um, ou do outro.
Da mesma maneira, em nosso ambiente de trabalho, estamos em constante competição, competimos por um melhor salário, competimos por um melhor cargo, por um reconhecimento, por um destaque no departamento, por uma promoção…

Isto sem contar que competimos também com quem nem trabalha conosco… Competimos com os outros profissionais que estão aí no mercado, buscando novas oportunidades, buscando qualificação e querendo a todo custo, um espaço para mostrar o que sabem fazer.

Nestes casos é importante que cada um de nós, profissionais, tenhamos em mente que, para competir, seja em que momento for, seja em que especialidade for, precisamos nos preparar.

Quando enfrentamos a realidade de que o mercado de trabalho está cada vez mais saturado e que as empresas estão buscando profissionais mais qualificados, é impossível não pensar em competição como uma motivação para corrermos atrás de dos nossos objetivos.

Crepúsculo

Crepúsculo

Edward possui uma vantagem sob Jacob Black no primeiro livro, “Crepúsculo”, pois a sua proximidade com Bella é algo que o mantém em posição favorável em relação ao seu objetivo. 
Lua Nova

Lua Nova

Porém, no segundo livro, “Lua Nova”, o personagem se ausenta, achando que está fazendo o melhor para proteger a sua amada. No entanto, sem querer, acaba permitindo com isto, que Jacob se torne mais íntimo e a sua relação com Bella se estreite a tal ponto, que as qualidades ainda desconhecidas dele, se tornem evidentes aos olhos dela.

No terceiro livro, “O Eclipse”,  quando ambos realmente têm chances iguais de aproximação, a competitividade se torna mais evidente, e nesta hora, é momento de mostrar quais habilidades podem ser mais vantajosas para conquistar a confiança e principalmente o caração da humana Bella.

Da mesma maneira, no nosso dia-dia precisamos identificar qual é o momento mais propício para colocarmos em ênfase as nossas diferenças e virtudes, apontar as desvantagens do concorrente nem sempre é ético, porém, de maneira adequada, ressaltar as nossas qualidades sobre ele é mais do que apropriado, é usar de sabedoria.

Quando a personagem Bella fica dividida entre os dois, e menciona o fato de ambos terem atribuições diferentes, mas amá-los e não poder conviver com a perda de nenhum deles, associo isto ao que acontece comumente dentro das empresas, onde, pessoas diferentes, com potenciais também distintos  são indispensáveis para o bom funcionamento do trabalho, no entanto, vivem disputando um espaço como se não o pudessem dividir.

Há situações sim, em que podemos competir de maneira amigável e fazer com que a concorrência nos impulsione a melhorar cada vez mais.

O importante é lembrar que, independente das diversidades, o respeito é primordial.

Diante de uma escolha difícil, como a que Bella teve: a de escolher entre o Lobo ou o Vampiro, o que vale é aprender que independente da escolha dela, que neste caso, representa para nós a escolha da empresa em relação ao profissional, ou ainda a escolha de uma determinada função ou atribuição de tarefa em um departamento, a um funcionário e não ao outro, a parte não favorecida jamais deve desistir de ir em busca de seus objetivos.

Nunca é tarde demais para se qualificar, nunca é tarde demais para adquirir experiências, nunca é tarde demais para dizer que ainda somos capazes de conseguir algo que realmente queremos.

lua nova

Eu ainda não li o “Amanhecer”, 4º livro da série, mas tenho certeza, por conhecer as virtudes de Jacob, que ele não vai desistir de Bella. Que mesmo que as chances dele tenham aumentado em relação ao seu concorrente e que, ainda assim, Edward continue sendo o preferido dela, Jacob vai continuar tentando mostrar a Bella todas as vantagens que ele tem em comparação ao vampiro.

Na vida profissional, é exatamente isto que devemos fazer… Aproveitar todas as chances que tivermos para mostrar a quem nos interessa todas as vantagens de nos contratar ou nos delegar alguma responsabilidade. Jamais desistir de nossos objetivos e respeitar o nosso concorrente sempre, lembrando que, assim como nós, ele também tem suas qualidades.

E como quase sempre, a decisão não depende de nós, cabe a cada um, fazer o melhor possível para conquistar o seu lugar ao sol… ops… rs…ou às sombras, no caso dos vampiros e lobos.

E uma dica, jamais abra mão de seus valores pessoais em uma competição. Nunca permita que por conta da competitividade suas atitudes sejam tomadas sem pesar as conseqüências. Afinal, vale ressaltar que competir é saudável e estimula a dedicação, comprometimento, e motiva a busca de melhores resultados, mas que também competir significa que existe uma chance de ganhar ou de perder. O que vale é adquirir conhecimento, experiência e aprender com isto.

Espero que tenham uma excelente semana, e que na competição da vida, que vençam os melhores!

Um abraço saboroso de uma das arestas deste quadrado…
Beijos da “Biscoito” e até o próximo post…
 

25
mai
09

Administrar Sem Coração

CAROS LEITORES, O TEXTO ABAIXO FALA SOBRE A REALIDADE DE MUITAS EMPRESAS. mindset-of-entrepreneurs
COMO FOI INTERESSANTE PARA MIM, RESOLVI DIVIDIR COM VOCÊS.


O texto é de autoria de Mello Jr / Consultor da GM Projetos & Assessoria e foi extraído do site:

http://www.ogerente.com.br/rh/textos/rh-textos-gm-administrar_sem_coracao.htm
Pode ser antipático, considerado uma discriminação e até mesmo injusto, mas tenho aconselhado os empresários a evitarem a contratação de parentes em suas empresas, pois realizando uma pesquisa constatei que 89% destas contratações viraram um verdadeiro pesadelo. Não quero dizer que parentes não tenham talento, sejam qualificados, comprometimento e com liderança, tanto que 11% não trazem o menor problema. Quase toda empresa tem algum parente trabalhando, por isso, faça uma análise na sua própria empresa e compare com os dados acima, não vai ficar muito diferente, principalmente naquelas de cunho familiar!

Pude acompanhar o caso de um filho que assumiu toda empresa do pai com o ônus e bônus; junto veio um tio com trinta anos de casa e que foi muito importante em fases difíceis, pois era um bom técnico, mas tinha muita dificuldade de relacionamento causa_efeito_dominogrupal. Depois de muita conversa, tentativa de adequação a nova realidade, reuniões e ameaças, o empresário tomou uma decisão, ia demitir o tio. Antes, porém, resolveu reunir a f amília informando sua decisão, foi uma baita encrenca e quase que a família demitiu o nosso empresário. Sei que não é fácil, mas falando-se de empresa, o profissionalismo deve imperar em todos os sentidos, seja ela familiar ou não, no entanto, costumo dizer que no caso de família a responsabilidade psicológica passa a ser maior.
Conheço uma empresa que hoje é referência em gestão de pessoas, mas, num determinado momento seu líder máximo precisou tomar uma decisão difícil, a de demitir seus filhos, para isso, contratou um administrador de empresas, reuniu a família e deu carta branca para o novo gestor. Eram cinco irmãos, quatro permanecem na empresa em funções estratégicas, pois, aceitaram as novas regras e entenderam a mensagem do pai; o único filho que não quis mudar hoje tem sua própria empresa e é fornecedor da empresa do pai e irmãos. Pensam que foi fácil? Para ser fornecedor, sua nova empresa teve de se adaptar as normas da empresa familiar, senão nada feito.
Outro exemplo é uma grande empresa de telecomunicações do sul do estado de Santa Catarina que passando por situações idênticas ao acima descrito resolveu da seguinte forma: mandou as filhas para casa e paga até hoje uma mesada gorda, elas estão satisfeitas, a empresa e seus funcionários também. Hoje é referência mundial em seu segmento.

Tenho alguns conceitos sobre estes casos:
• Conflitos não se administram, se resolvem;
empresarios
• Administração com o coração, jamais;
• Não confundir necessidades pessoais com necessida des da empresa;
• Seja justo, nunca bonzinho;
• Pergunte sempre: o que é melhor para minha empresa?;
• Antes de admitir, pergunte: posso demitir?

Já tivemos vários clientes com perfil de administração familiar que misturavam tudo: despesas pessoais com as da empresa; investimento na pessoa física em detrimento da jurídica, contratação de parentes, etc. Muitos seguiram as nossas orientações e hoje agradecem o puxão de orelha, alguns resolveram manter do jeito que estavam e a coisa infelizmente não se resolveu e continuam com problemas. Uma empresa é algo sério, administrar não é fácil e conquistar respeito muito menos. Se o parente não produz, demita-o, você ganhará respeito, melhorará os resultados e durmirá em paz.”

DEGUSTEM E REFLITAM, ESPERO QUE POSSA A JUDAR DE ALGUMA FORMA A INSTITUIÇÃO  EM QUE ATUAM ..
até o próximo post…beijos da Cholate!





O que você encontrará em TWIX???

Alem de... BISCOITO... CARAMELO... E CHOCOLATE...
Aqui você aprecia o doce gostinho do Desenvolvimento Organizacional, saboreia as melhores maneiras de ser um verdadeiro Empreendedor, degusta cada passo das Relações Humanas em uma linguagem simples e direta, para tirar você, leitor, da mesmice e do senso comum...
Por isso, TWIX tem sempre...
'UM INGREDIENTE A MAIS' ...
Deguste com moderação!!!

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